
O consumo máximo de oxigênio (VO2máx) pode ser mensurado por vários tipos de testes, dentre eles, os mais comumente utilizados são os testes em esteira e cicloergometro.O VO2máx é a máxima quantidade de oxigênio consumida por um determinado indivíduo.
O Colégio Americano de Medicina Esportiva – ACMS relata que, para melhorar a resistência cardiorrespiratória, deve-se realizar de 20 a 30 minutos diários de exercício aeróbio contínuo ou intermitente em intensidade entre 50% e 85% do consumo de oxigênio de reserva de 3 a 5 dias por semana.
O VO2máx é influenciado mediante o emprego de um trabalho adequado, embora ele aumente em média, aproximadamente 15% como resultado de um programa de treinamento de endurance. Os maiores aumentos estão associados às populações não condicionadas ou pacientes que apresentam valores muito baixos do VO2máx no pré-treinamento.Uma forma de facilitar o treinamento é comparar os valores de VO2 de cada intensidade de trabalho com o seu valor correspondente de freqüência cardíaca. Com base neste modelo, tem sido proposto que o treinamento aeróbio deva ser realizado entre 50 e 80% do VO2máx e 60 a 90% da FC máx Esta relação, quando exata, nos permite aproximar a intensidade de carga com a que nos interessa trabalhar, utilizando para isso um parâmetro facilmente controlável, a freqüência cardíaca.
A freqüência cardíaca é normalmente utilizada como forma de controlar a intensidade das atividades de academia. Segundo Denadai, seu uso nas atividades cíclicas demonstra excelentes resultados nos usuários, comprovados pelos estudos que relacionam % do VO2máx com o % da FC máx em diferentes tipos de exercícios com esteira, ciclismo, ergômetro de braço e remo. Entretanto, não se verificou na literatura estudo conclusivos que relatem esta relação entre o VO2máx e FCmáx em Atividades Acíclicas. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi de relacionar o %FCmáx com o %VO2máx em exercícios coreografados de “Step Training”, utilizando uma plataforma de 18 cm em uma cadência de 135 bpm da velocidade musical
A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco para o desencadeamento da doença cardíaca. Contudo, na última década, medidas alternativas têm sido adotadas como forma de prevenção de doenças e manutenção da saúde e do bem estar.Dentre essas medidas, a atividade física vem sendo recomendada como alternativa não farmacológica no tratamento e prevenção da hipertensão arterial..O exercício físico regular contribui para a redução da pressão arterial (PA) em repouso tanto como resposta crônica, quantoaguda. Valores pressóricos reduzidos, mesmo em sujeitos normotensos, é um importante fator para minimizar o risco de doença cardíaca. De forma consensual, a literatura sugere uma redução pressórica de repouso em praticantes de exercícios aeróbios. Em contrapartida, o comportamento da PA logo após os exercícios resistidos (ER) permanece controverso.A prescrição dos ER envolve classicamente o controle de inúmeras variáveis, como número de séries, ordem de exercícios, sobrecarga, tempo de intervalo, velocidade de movimento, entre outras. Tais variáveis podem desencadear diferentes respostas fisiológicas durante a realização dos ER, tendo impacto direto na segurança cardiovascular no decorrer do treinamento.A prática de exercícios físicos tem demonstrado efeitos benéficos sobre a pressão arterial (PA) (SIXT et al., 2004; SIMÃO et al., 2005), aumentando o fluxo sanguíneo para os músculos esquelético e cardíaco, além de promover discretas reduções dos níveis tensionais, principalmente em indivíduos hipertensos (MONTEIRO & SOBRAL FILHO, 2004). Na última década, a atividade física associada a uma modificação do estilo de vida vem sendo uma estratégia não-farmacológica relevante no tratamento e na prevenção da hipertensão arterial (TIPTON, 1991). O exercício físico regular contribui para redução da PA em repouso tanto como resposta crônica, quanto aguda (JNC, 1997; MACDONALD et al., 1999). Valores pressóricos reduzidos, mesmo em sujeitos normotensos, é um importante fator para minimizar o risco de doença cardíaca (FNS, 1998).Há evidências clínicas de que os exercícios aeróbios são efetivos na redução da PA de repouso (SOMERS et al., 1991; FORJAZ et al., 1998; MACDONALD et al., 2000). Entretanto, os efeitos dos exercícios resistidos (ER) sobre os valores pressóricos são menos compreendidos e controversos. Alguns estudos reportam reduções nos níveis tensionais após o ER (POLITO et al., 2003; HARDY & TUCKER, 1999; SIMÃO et al., 2005), porém, outros não demonstram alterações (ROLTSCH et al., 2001; SANTOS & SIMÃO, 2005) ou reportam aumento (O’CONNOR et al., 1993).Desta forma, o objetivo do presente estudo foi verificar o comportamento da PA seguindo dois ER para grupamentos musculares diferentes, sendo um envolvendo membros superiores (rosca bíceps no banco scott) e outro envolvendo membros inferiores (leg press).
O Colégio Americano de Medicina Esportiva – ACMS relata que, para melhorar a resistência cardiorrespiratória, deve-se realizar de 20 a 30 minutos diários de exercício aeróbio contínuo ou intermitente em intensidade entre 50% e 85% do consumo de oxigênio de reserva de 3 a 5 dias por semana.
O VO2máx é influenciado mediante o emprego de um trabalho adequado, embora ele aumente em média, aproximadamente 15% como resultado de um programa de treinamento de endurance. Os maiores aumentos estão associados às populações não condicionadas ou pacientes que apresentam valores muito baixos do VO2máx no pré-treinamento.Uma forma de facilitar o treinamento é comparar os valores de VO2 de cada intensidade de trabalho com o seu valor correspondente de freqüência cardíaca. Com base neste modelo, tem sido proposto que o treinamento aeróbio deva ser realizado entre 50 e 80% do VO2máx e 60 a 90% da FC máx Esta relação, quando exata, nos permite aproximar a intensidade de carga com a que nos interessa trabalhar, utilizando para isso um parâmetro facilmente controlável, a freqüência cardíaca.
A freqüência cardíaca é normalmente utilizada como forma de controlar a intensidade das atividades de academia. Segundo Denadai, seu uso nas atividades cíclicas demonstra excelentes resultados nos usuários, comprovados pelos estudos que relacionam % do VO2máx com o % da FC máx em diferentes tipos de exercícios com esteira, ciclismo, ergômetro de braço e remo. Entretanto, não se verificou na literatura estudo conclusivos que relatem esta relação entre o VO2máx e FCmáx em Atividades Acíclicas. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi de relacionar o %FCmáx com o %VO2máx em exercícios coreografados de “Step Training”, utilizando uma plataforma de 18 cm em uma cadência de 135 bpm da velocidade musical
A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco para o desencadeamento da doença cardíaca. Contudo, na última década, medidas alternativas têm sido adotadas como forma de prevenção de doenças e manutenção da saúde e do bem estar.Dentre essas medidas, a atividade física vem sendo recomendada como alternativa não farmacológica no tratamento e prevenção da hipertensão arterial..O exercício físico regular contribui para a redução da pressão arterial (PA) em repouso tanto como resposta crônica, quantoaguda. Valores pressóricos reduzidos, mesmo em sujeitos normotensos, é um importante fator para minimizar o risco de doença cardíaca. De forma consensual, a literatura sugere uma redução pressórica de repouso em praticantes de exercícios aeróbios. Em contrapartida, o comportamento da PA logo após os exercícios resistidos (ER) permanece controverso.A prescrição dos ER envolve classicamente o controle de inúmeras variáveis, como número de séries, ordem de exercícios, sobrecarga, tempo de intervalo, velocidade de movimento, entre outras. Tais variáveis podem desencadear diferentes respostas fisiológicas durante a realização dos ER, tendo impacto direto na segurança cardiovascular no decorrer do treinamento.A prática de exercícios físicos tem demonstrado efeitos benéficos sobre a pressão arterial (PA) (SIXT et al., 2004; SIMÃO et al., 2005), aumentando o fluxo sanguíneo para os músculos esquelético e cardíaco, além de promover discretas reduções dos níveis tensionais, principalmente em indivíduos hipertensos (MONTEIRO & SOBRAL FILHO, 2004). Na última década, a atividade física associada a uma modificação do estilo de vida vem sendo uma estratégia não-farmacológica relevante no tratamento e na prevenção da hipertensão arterial (TIPTON, 1991). O exercício físico regular contribui para redução da PA em repouso tanto como resposta crônica, quanto aguda (JNC, 1997; MACDONALD et al., 1999). Valores pressóricos reduzidos, mesmo em sujeitos normotensos, é um importante fator para minimizar o risco de doença cardíaca (FNS, 1998).Há evidências clínicas de que os exercícios aeróbios são efetivos na redução da PA de repouso (SOMERS et al., 1991; FORJAZ et al., 1998; MACDONALD et al., 2000). Entretanto, os efeitos dos exercícios resistidos (ER) sobre os valores pressóricos são menos compreendidos e controversos. Alguns estudos reportam reduções nos níveis tensionais após o ER (POLITO et al., 2003; HARDY & TUCKER, 1999; SIMÃO et al., 2005), porém, outros não demonstram alterações (ROLTSCH et al., 2001; SANTOS & SIMÃO, 2005) ou reportam aumento (O’CONNOR et al., 1993).Desta forma, o objetivo do presente estudo foi verificar o comportamento da PA seguindo dois ER para grupamentos musculares diferentes, sendo um envolvendo membros superiores (rosca bíceps no banco scott) e outro envolvendo membros inferiores (leg press).
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